quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Fórum: A Igreja sou eu ou somos nós DESIGREJADOS

DESIGREJADOS

EM BREVE VOU FALAR DAS RAZÕES DOS DESIGREJADOS , CITAM SOBRE O SEU DESENCANTO COM A IGREJA. SÃO ELES. VOU RELATAR 4* RAZÕES.
1- MISSIOLÓGICA; dizem que a igreja não é mais relevante.,não é uma igreja engajada, não vem fazendo a diferença na sociedade e num contexto cultural.
2- RAZÃO PESSOAL; todos são hipócritas, a musica é ruim ,tudo artificial e tem panelinha.
3-RAZÃO HISTÓRICA; A igreja perdeu seu rumo por causa da influência Grega, Aqui até o Constantino tem culpa, as cruzadas também, o tempo a inquisição etc. , 4-RAZÃO TEOLÓGICA ; Questões entre novo e antigo , sobre a organização , na igreja é do mal .
AGORA O QUE TUDO ISTO TEM EM COMUM .? NA VISÃO DELES? Os seus interesses e ideais que no qual lhe serviu um dia , não lhe serve mais . Aqui vale é as minhas necessidades , eu sou o centro de mim mesmo .
AME A SUA IGREJA COMO CRISTO AMOOU , MESMA, ELA SENDO IMPERFEITA . PORÉM O CABEÇA, O NOIVO , O ALICERCE O SENHOR QUE É CRISTO JESUS É PERCCCFEITO.
XXXXXXX
SERIE "OS DESIGREJADOS QUE ATACAM A IGREJA"
IGREJA ( A.NOIVA). OU DA "EKKLESIA" DO VERDO "KALEIN" "CHAMADOS" QUE SIGNIFICA [CHAMADOS PARA FORA ]. QUE SE DA A IDEIA DE QUE DEUS NOS CHAMOU DE DENTRO DESSE MUNDO PARA FORA DELE .
DEUS A PARTIR DESSE ATO DE AMOR, CRIAR SEU POVO A SUA PROPRIEDADE .
1- POREM NESTE ÚLTIMOS TEMPOS ESTÁ SE LEVANTANDO UMA AGENDA QUE SE DIZ SER A VERDADEIRA IGREJA. ( OS DESIGREJADOS).
2- UMA IGREJA DE CRISTÃO SOLO. ELA DIZ QUE É DE CRISTO .
POREM NÃO SEGUI AS ORDENANÇAS DE CRISTO JESUS; E NÃO SE ENTENDE-SE, QUE A RAZÃO PRINCIPAL DA IGREJA É SERVIR E EVANGELIZAR EM AMOR O PRÓXIMO. COMO AGENCIA VISÍVEL DO REINO DE DEUS NESTE MUNDO.
3- NÃO BATIZA
Cristo pediu o Batismo - Ver João 1:33; Mateus 3:13-15.
A. Cristo aprovou o Batismo - Ver João 4:1-2.
B. Cristo ordenou o Batismo - Ver Mateus 28:18-20.
C. Fazia parte da pregação apostólica:
"... Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo ... " Atos 2:38
D. Foi prática dos apóstolos - Ver Atos 2:37-41.
E. A literatura universal da Igreja Cristã, extra-bíblica, isto é, fora da Bíblia, comprova que esta prática foi universal na Igreja daquela época.
F. o batismo é um ato de amorosa obediência à Palavra de Deus tanto daquele que se batiza como da parte da Igreja que o administra através dos seus oficiais. V. João 14:15; I João 2:3.
- NÃO CEIA
A. É uma ordenança de Cristo.
B. Lucas 22:16 - Mostra indiretamente que Jesus não a comeria novamente, até que o Reino se cumprisse.
C. I Coríntios 11: 24 - "Fazei isso todas as vezes que... ".
D. Atos 2:41 e 42 - A Ceia do Senhor sempre está relacionada com o Batismo numa relação de conseqüência, ou de continuidade.
E. Simbolismo dos Elementos da Ceia.
1. A morte e o sofrimento vicário de Cristo - I Coríntios 11:26.
F. A apropriação pessoal dos benefícios de Cristo, O Crucificado - que já são apropriados por nós:
1. João 6:51 - " ... o pão é a minha carne ... "
2. I Coríntios 1: 23; 2: 2 - " ... Cristo, O crucificado ... "
G. Uma comunhão espiritual entre os crentes e portanto, unidade da igreja..
H O pão Simbolizando o corpo de Cristo que foi partido no Calvário quando Ele deu Sua vida por nós. Ver Lucas 22:19.
I O Vinho Simbolizando o sangue de Cristo " ... derramado em favor de muitos. " Ver Lucas 22:20; Marcos 14:24.
-NÃO IDE
-NÃO ESTÁ EM COMUNHÃO NÃO HÁ MEMBRESIA
-NÃO DISCÍPULA
-NÃO SE INTERESSE POR MISSÕES .
- NÃO SE ORGANIZAM EM ATOS DE VOLUNTARIADO .
-NÃO EVANGELIZAM PARA A PARTIR DE , PRATICAR OBRAS SOCIAIS E ASSISTÊNCIAS E AMOR AO PRÓXIMO .
-NÃO PREGAM A GRAÇA. (A UNIDADE EM AMOR)
*VIVEM DE TEXTOS ISOLADOS PARA FALAR MAL E CONDENAR A NOIVA DO (NOIVO CRISTO JESUS)
VIVEM DO FALAR MAL E CONDENAR A CASA NO QUAL O ALICERCE É CRISTO JESUS .
CONDENAR ATOS DE UMA IGREJA É UMA COISA .
A IGREJA , QUANDO FALAMOS DA IGREJA , QUE É O REINO VISÍVEL DE DEUS.É UMA UNIVERSALIDADE. A UNIVERSALIDADE É A PLENITUDE DE CRISTO JESUS.COMO CABEÇA DO CORPO. mais em breve no BLOG.

Comentários
 Vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo. 1 Pedro 2:5
EU SOU IGREJA , MAIS A IGREJA NÃO SOU EU . A IGREJA NÃO SE REPRESENTA NO INDIVÍDUO , A IGREJA SE REPRESENTA NA COMUNHÃO DOS IRMÃO . APOSTOLO PAULO MANDOU CARTAS PARA QUANTAS IGREJAS , JESUS ATRAVÉS DE JOÃO FALOU AS QUAIS IGREJAS ?
Joel Wilkerson Antonior SEMPRE SÃO OS MESMO DISCURSOS, OS DILEMAS , CONFLITOS E MAZELAS INTERNAS . E AS FRUSTRAÇÕES , DECEPÇÕES SÃO SEMPRE AS MESMAS , E SEMPRE OS OUTROS SÃO OS CULPADOS. E SEMPRE ATACAM A TODOS PARA SE SENTIREM VITIMAS DO SISTEMAS....QUE ESTÃO POR CIMA , UMA DICA INFORMAÇÃO É DIFERENTE DE CONHECIMENTO. SEMPRE SÃO AS MESMA AS RAZÕES DOS DESIGREJADOS , CITAM SOBRE O SEU DESENCANTO COM A IGREJA. SÃO ELES. VOU RELATAR 4* RAZÕES.
1- MISSIOLÓGICA; dizem que a igreja não é mais relevante.,não é uma igreja engajada, não vem fazendo a diferença na sociedade e num contexto cultural.
2- RAZÃO PESSOAL; todos são hipócritas, a musica é ruim ,tudo artificial e tem panelinha.
3-RAZÃO HISTÓRICA; A igreja perdeu seu rumo por causa da influência Grega, Aqui até o Constantino tem culpa, as cruzadas também, o tempo a inquisição etc. , 4-RAZÃO TEOLÓGICA ; Questões entre novo e antigo , sobre a organização , na igreja é do mal .
AGORA O QUE TUDO ISTO TEM EM COMUM .? NA VISÃO DELES? Os seus interesses e ideais que no qual lhe serviu um dia , não lhe serve mais . Aqui vale é as minhas necessidades , eu sou o centro de mim mesmo .
AME A SUA IGREJA COMO CRISTO AMOOU , MESMA, ELA SENDO IMPERFEITA . PORÉM O CABEÇA, O NOIVO , O ALICERCE O SENHOR QUE É CRISTO JESUS É PERFEITO

    ASA , O QUE ELE É ? É A BASE DO QUÊ? QUAL A SUA FUNÇÃO ?
    - VOCÊ TEM O SEU MELHOR AMIGO , PORÉM VOCÊ REJEITA E ODEIA A ESPOSA DO SEU MELHOR AMIGO. ELE REALMENTE É SEU MELHOR AMIGO? SE NÃO TOLERA A SUA ESPOSA?
    - TEM MUITA GENTE REJEITANDO CRISTO JESUS COMO CABEÇA ,SENHOR, ALICERCE E NOIVO E ESPOSO. .
    EU AMO A IGREJA POIS CRISTO ME ENSINOU A AMÁ-LA. CRISTO JESUS AMOU E AMA A IGREJA - VOCE É PARTE DO POVO DA PROPRIEDADE DE DEUS.
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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Guarde seu coração

COMO ESTÁ O SEU CORAÇÃO ?
Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua fonte vida. Provérbios 4:23
cuide do seu coração , cuide da sua fonte de vida , transformar e mudar um coração , só Deus pode ! Deus transforma um coração de pedra num coração de carne.
(UM CORAÇÃO DE CARNE ,um coração que se arrepende , que confessa seus pecados, um coração que pede perdão um coração que perdoa , um coração amável , um coração que se entrega e ama ao Senhor jesus acima de todas as coisas. um coração regenerado ). .
Agora VC pode preencher o seu coração de coisas boas ou ruim ? com que VC está preenchendo seu coração ?
Ap. PAULO nos dar uma dica, "Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento." Filipenses 4:8
Preenche seu pensamento seu interior SEU CORAÇÃO DESTAS COISAS .
Ensaio de hoje 21-022-16 JW.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Jose Pai e servo mais extraordinário da história

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

NATAL 10 RAZÇOES FALSAS POR QUE OS CRISTÃOS NÃO DEVEM CELEBRAR O NATAL


10 razões FALSAS por que os cristãos não devem celebrar o Natal

Qua, 02/12/2015 por Ciro Sanches Zibordi
Com a chegada do mês dezembro, alguns cristãos — que ironia! —, na Internet e, em especial, nas redes sociais, começam uma campanha ferrenha contra o Natal. E o texto preferido deles é o famigerado “10 motivos para não celebrar o Natal”, de autoria desconhecida, o qual apresenta argumentos refutáveis contrários à celebração do Natal em 25 de dezembro. Ei-los:

1. “A Bíblia não manda celebrar o nascimento de Cristo”. De fato, na Bíblia não está escrito: “Celebrai com júbilo o Natal de Cristo, todos os moradores da terra”. Mas nem tudo, nas Escrituras, é tratado por meio de mandamentos. A Bíblia é, também, um Livro de princípios, doutrinas, tipos, símbolos, parábolas, metáforas, profecias, provérbios, exemplos, etc. E um grande exemplo foi dado pelos anjos de Deus, que celebraram o Natal de Cristo, dizendo: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lc 2.14). Se há cristãos fanáticos, a ponto de se apegarem à questiúncula de que não existe um mandamento específico para se celebrar o Natal, que parem também de comemorar o Dia do Pastor, o Dia da Bíblia, o Dia da Escola Dominical, o Dia de Missões, a Festa das Nações, o Ano de Gideão, o Ano de Davi, o Ano da Colheita, o Feriado da Visão, o Ano Apostólico, a Semana Profética, etc. Ah, e também parem de receber presentes de aniversário, pois não há nenhum mandamento bíblico para celebrarmos o nosso aniversário!

2. “Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Essa data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo; de acordo com o calendário judaico, Jesus nasceu em setembro ou outubro”. Ora, como se sabe, Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Mas essa data foi escolhida pela Igreja Católica Romana (casada com o Estado, à época) a fim de induzir os pagãos — que adoravam o sol — a celebrarem o nascimento de Cristo. Em outras palavras, a intenção do imperador romano foi boa! Considerando que já havia uma grande comemoração pagã no mesmo dia, ele induziu a todos a se lembrarem do dia natalício de Cristo na data que eles estavam acostumados a adorar um deus falso! Bem, digamos que, um dia, ocorra um grande avivamento no Brasil, e conversões em massa aconteçam. O Brasil, então, se torna 100% evangélico, e o Estado brasileiro decide que 12 de outubro passará a ser um o Dia de Louvor a Jesus Cristo! O leitor se revoltaria contra essa data, sob a alegação de que ela fora outrora consagrada à Senhora Aparecida?

3. “A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor; e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não o prepara para Ele voltar”. Que contradição! Pessoas se arvoram contra o Natal porque não existe um mandamento específico sobre essa celebração, mas, ao mesmo tempo, apegam-se a uma simbologia “forçada”, com base na festa dos tabernáculos, para se oporem ao Natal de Cristo? Ora, uma das doutrinas fundamentais da Palavra de Deus é a encarnação do Verbo, isto é, o seu glorioso nascimento (Jo 1.14; 1 Tm 3.16). Aliás, a obra da redenção está em um tripé: nascimento do Senhor, sua morte e sua ressurreição (Gl 4.4; 1 Co 15.1-4). Ignorar o Natal de Cristo é deixar de valorizar uma parte de sua obra salvífica.

4. “O natal é uma festa que centraliza a visão no palpável e esquece do que é espiritual. Para Jesus o mais importante é o Reino de Deus, que não é comida nem bebida, mas justiça e paz no espírito”. O Natal de Cristo, em si, não é uma festa de comida e bebida. São as pessoas do mundo sem Deus que só priorizam isso, em detrimento de real sentido da celebração em apreço. Quanto ao cristão que se preza, deve ser diferente das pessoas do mundo, a despeito de estar no mundo. Ele não se conforma com o modus vivendi das pessoas do mundo sem Deus (Rm 12.1,2), nem abraça o modo cada vez mais sincrético e consumista de se celebrar o Natal (cf. 1 Co 10.23-32). A despeito de o Reino de Cristo ser preponderantemente espiritual, somos pessoas normais, que precisam comer, beber, dormir, trabalhar, participar de eventos festivos, etc. Segue-se que se alegrar com a família, no fim de dezembro, com um grande almoço ou jantar, glorificando a Cristo por seu Natal e sua obra vicária, como um todo, é lícito e conveniente ao cristão equilibrado, não legalista.

5. “O natal se tornou um culto comercial que visa render muito dinheiro. Tirar dos pobres e engordar os ricos. É uma festa de ilusão em que muitos se desesperam porque não podem comprar um presentinho para os filhos”. Essa afirmação é reducionista, visto que não pondera que o Natal de Cristo subsiste sem o aludido “culto comercial”. A Páscoa, por exemplo, não deixa de ser legítima em razão de ser usada pelo mundo capitalista para explorar o consumismo. Se há uma celebração de Natal que prioriza o comércio, existe, também, uma celebração que prioriza Cristo. Segue-se que o motivo alegado para não celebrar o Natal de Cristo é, além de reducionista, generalizante e preconceituoso.

6. “O natal está baseado em culto a falsos deuses nascidos na Babilônia. Então, se recebemos o natal pela Igreja Católica Romana, e esta, por sua vez, a recebeu do paganismo, de onde a receberam os pagãos? Qual a origem verdadeira? O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiram na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio”. Esse argumento despreza o fato de o Natal de Cristo transcender o paganismo que se infiltrou na Igreja Católica Romana. O nascimento do Senhor Jesus foi celebrado até pelos anjos, que exclamaram: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lc 2.14). E mais: os magos do Oriente adoraram o Menino, ofertando-lhe dádivas, em uma casa — e não na manjedoura —, cerca de dois anos após o seu nascimento, conforme análise cuidadosa de Mateus 2. Ou seja, o Natal de Cristo não é invenção dos pagãos, e sim uma celebração genuinamente cristã. Lembrarmo-nos do nascimento de Cristo, descrito na Bíblia, e glorificarmos a Deus por nos ter dado o seu Filho Unigênito é lícito, convém e edifica. E nada tem a ver, de fato, com Roma, Babilônia, etc. Ademais, o fato de o Natal de Cristo ser celebrado também pela Igreja Católica Romana não o torna idolátrico ou pagão. Caso contrário, a missa, com a sua hóstia, tornaria a Ceia do Senhor igualmente idolátrica, não é mesmo?

7. “O natal não glorifica a Jesus, pois quem o inventou foi a Igreja Católica Romana, que celebra o natal diante dos ídolos (estátuas). Jesus é contra a idolatria e não recebe adoração dividida”. Esse argumento também é reducionista, posto que ignora o fato de a idolatria ser uma condição do coração. Ela não é um pecado praticado de modo subjetivo. Celebrar o Natal de Cristo não implica idolatria. Esta, à luz do Novo Testamento, é uma ação objetiva, e não subjetiva. A idolatria é praticada de modo consciente. Nesse caso, dizer que o crente que celebra o Natal é idólatra não reflete julgamento segundo a reta justiça (Jo 7.24), como já destaquei em meu texto anterior, também a respeito do Natal.

8. “Os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga (que são demônios)”. De fato, muita coisa que há no mundo tem ligação com o paganismo e a idolatria: comidas, festas, nomes de cidades, costumes, etc. O cristão não deve ser paranoico quanto a isso. A ele basta ser fiel ao seu Deus, não tomando parte, ativa e conscientemente, do culto aos deuses. Lembro o leitor, mais uma vez, de que a idolatria é praticada de modo objetivo, e não subjetivo. Opor-se ao Natal por causa dos enfeites cuja origem está ligada ao paganismo e praticar outras coisas de origem pagã é o mesmo que coar mosquitos engolir camelos (Mt 23). O cristianismo verdadeiro não é fanatizante, como as religiões e seitas pseudocristãs e extremistas, que proíbem doação de sangue, ingestão de determinados tipos de alimento, participação em festas, casamento no templo, trabalho em determinado dia da semana, etc. Somos livres em Cristo (1 Co 10.23-32).

Reprovar e até proibir a celebração do Natal de Cristo por causa de Papai Noel, duendes, gnomos, decorações natalinas e outras coisas mundanas não é uma característica do cristianismo equilibrado (cf. Ec 7.16,17). Se quisermos abraçar o legalismo, não podemos falhar em nenhum ponto da lei. O crente que se opõe ao Natal de Cristo por causa dos elementos pagãos e consumistas, mencionados neste artigo, também deixa de consumir bolo de aniversário, em razão de sua origem pagã? O que ele pensa sobre o vestido de noiva, o terno e a gravata, as construções que ele visita e as ruas da cidade por onde ele anda?

9. “O natal de Jesus não tem mais nenhum sentido profético, pois todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda à terra já se cumpriram. Agora nossa atenção de se voltar para sua Segunda vinda”. Nesse caso, a Bíblia é apenas um tratado de escatologia, que se ocupa exclusivamente de assuntos relativos ao futuro? Ora, as Escrituras apresentam muitas doutrinas escatológicas, porém a Palavra de Deus também contém teologia, cristologia, pneumatologia, antropologia, hamartiologia, soteriologia, eclesiologia e angelologia. Sabemos que o Natal de Cristo está ligado diretamente à cristologia e à soteriologia. Entretanto, como todas as doutrinas bíblicas são intercambiáveis, em Apocalipse 12 há uma menção ao Menino Jesus! Será que os inimigos do Natal sabem disso?

10. “A festa de natal traz em seu bojo um clima de angústia e tristeza, o que muitos dizem ser saudades de Jesus, mas na verdade é um espírito de opressão que está camuflado, escondido atrás da tradição romana que se infiltrou na igreja evangélica, e que precisamos expulsar em nome de Jesus”. Desde a minha infância aprendi a celebrar o Natal de Cristo. Lembro-me com muita alegria das peças, poesias e cantatas natalinas, além das maravilhosas mensagens de Natal, ministradas por homens de Deus. A lembrança da encarnação do Senhor propicia alegria na alma, e não tristeza! Prova disso é que vários hinos da Harpa Cristã, hinário oficial das Assembleias de Deus, nos estimulam a celebrar o Natal de Cristo. Vejamos especialmente os hinos 21, 120, 366, 481 e 489.

Diante do exposto, apresento algumas sugestões (ou conselhos) aos cristãos inimigos do Natal de Cristo. Não se deixem influenciar pelo espírito do Anticristo (1 Jo 4.3). Observem que o Diabo deseja, a todo custo, fazer com que o nome de Jesus desapareça da face da terra. E uma de suas estratégias é apresentar “outro evangelho”, fanatizante, farisaico, legalista, que procura desviar os salvos da verdade, carregando-os de ordenanças, como: “não toques, não proves, não manuseies” (Cl 2.20-22). Em vez de apresentarem inúmeras razões para não celebrarmos o Natal de Cristo, falem da gloriosa encarnação do Verbo (1 Tm 3.16; Jo 1.14; Gl 4.4,5), da sua morte vicária (2 Co 5.17-21) e da sua maravilhosa ressurreição (1 Co 15.17-20)!

Ciro Sanches Zibordi