domingo, 4 de março de 2018

A Era do exibicionismo: A necessidade de aparecer.

A necessidade de aparecer todos nós temos, uns mais, outros menos, seja por motivos ou princípios diversos. É normal que queiramos contar as boas notícias, mostrar as nossas vitórias, partilhar com quem gostamos tudo que conquistamos, seja no ponto de vista material, emocional e espiritual.
Porém, esse processo de exposição precisa ser feito sem deslumbramento, com maturidade para não nos sujeitarmos forçosamente, uma vez que esse comportamento deixa de ser uma forma de comunicação e passar ser exibicionismo. Uma necessidade de supervalorização, seja por parte dos outros ou de nós mesmos.
Sigmund Freud num estudo sobre o exibicionismo constatou que cada um de nós começou a vida como um bebê exibicionista. Ele ainda verificou que a maioria das pessoas, na fase adulta, têm êxito em conter esse impulso, mas o exibicionista patológico não consegue superar tal aspecto.

Para a psicanálise o exibicionismo é um modo de excitação erótica, que pode transformar-se em um ato de dimensão patológica, onde se busca uma satisfação exclusivamente egocêntrica. Assim, alguns indivíduos sentem o desejo de evidenciar sua potência sexual: os homens precisam mostrar a sua virilidade e as mulheres o seu erotismo.
O exibicionismo possui uma genealogia hostil, uma vontade inconsciente de revelar as genitálias, entretanto, isso é impossível diante do princípio da realidade. A negação do exibicionismo pode dar vazão as agressões físicas, verbais e insinuosas, que estão latentes ou escancaradas.
Essas coisas estão ligadas ao sentimento de inferioridade, uma necessidade de chamar a atenção alheia – para mostrar que se tem sucesso, fama, dinheiro, carros, títulos ou até mesmo capinhas de celular. Vivemos na era do exibicionismo, em que a grande mídia vende a ilusão que se pode ter tudo que ser, contudo, ela não diz que isso tem – um custo elevadíssimo, que é o endividamento financeiro e o aumento da ansiedade e da angústia.
A redes sociais transformaram-se num grande termômetro do exibicionismo, uma realidade artificial – que se alimenta das carências afetivas ou emocionais, que busca através de likes ou comentários aumentar autoestima, para se convencer daquilo, que não se tem certeza em si mesmo.


Está provado se não for possível conseguir a satisfação em um nível mais profundo, inevitavelmente se buscará fora. Mas se autoestima estiver consolidada, não será preciso ficar se expondo, porque se conquistou a inteireza e a confiança em si mesmo e sem a obrigação de clamar atenção dos outros.
Uma coisa é fato de que nós seres humanos não somos autossuficientes e não conseguimos manter a nossa existência isolada, carecemos de outros seres humanos. Entretanto, a melhor forma de sermos lembrados é sermos nós mesmos, do que alguém que somente gosta de aparecer. Quem gosta de nós de verdade, vai gostar do jeito que somos e não do jeito que a mídia, a propaganda e redes sociais querem que sejamos.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

SALVO TEOLOGIZANDO

TEOLOGIZANDO
O termo SALVO salvo é usado teologicamente para se referir à REGENERAÇÃO E JUSTIFICAÇÃO. Porém a Bíblia usa a palavra salvação em um sentido espiritual também.
Quando Deus deseja resgatar, tratar e restaurá-las pessoas do pecado.


Então Salvação na Bíblia, tem sentidos passado, presente e futuro. Um crente foi salvo da culpa do pecado (na justificação, por exemplo), está sendo salvo do poder do pecado (santificação), e será salvo do julgamento e da presença do pecado (glorificação). AMÉM

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

COMUNISMO CRISTÃO PODE ???

Pr. Ariovaldo Ramos distorce as Escrituras em favor de um regime político que desde as suas origens sempre lhe foi avesso. É abominável a conduta de um pastor de distorcer as Escrituras a favor de uma ideologia política perniciosa e não compreender uma distinção fundamental nas injunções que nos são feitas pelos profetas e por Cristo em relação ao cuidado com o pobre.


Não nos resta dúvida de que Deus tem um cuidado especial para com o pobre (Tg 2.5) e que exige de nós esse mesmo cuidado (Mt 25, At 2.42-47, Gl 2.10). Todavia, sempre que as Escrituras nos exortam a cuidar dos necessitados, elas o fazem direcionando tais injunções aos indivíduos crentes atribuindo a nós - eu e você - o dever de levar as cargas uns dos outros, tomando nossa cruz, abrindo mão de nossos desejos materiais em prol daqueles que não tem o mínimo de condição de vida.

Esse é o padrão das Escrituras. Não se vê nelas em momento algum essa obrigação sendo imposta a instituições mediadoras como o Estado. É por isso que passagens paradigmáticas como Atos 2:42-47 estão longe de sugerir qualquer forma de socialismo-comunismo na Igreja Primitiva.

O regime socialista do qual Ariovaldo Ramos é entusiasta nada tem a ver com o cuidado que a Bíblia nos exorta a ter com os pobres. O socialismo é um regime político necessariamente autoritário que por COERÇÃO usurpa os recursos que NÓS produzimos para supostamente redistribuir de forma mais justa. Nisso já se percebe como o socialismo nada tem a ver com cristianismo.
(1) O cristianismo fala de liberdade (Gl 5.1), o socialismo fala de coerção;
(2) o cristianismo exige responsabilidade do indivíduo crente, o socialismo transfere tal responsabilidade ao Estado;
(3) o socialismo, ao assim fazê-lo, é oligárquico por colocar enorme quantidade de poder nas mãos de um partido; o cristianismo fala que o ser humano é corrompido e, portanto, a concentração de poder leva ao seu abuso inevitável.

 É por isso que em Atos 5, quando Ananias e Safira mentem ao Espírito Santo, os apóstolos deixam claro que eles não tinham qualquer obrigação de vender seus bens e, se o vendessem, não tinham qualquer obrigação de repartir o produto da venda. Isso é completamente contrário ao que propõe o socialismo.

Que preocupação cristã com os pobres é essa, senhor Ariovaldo, que faz você elogiar a postura do Lula em seu suposto cuidado com os pobres quando tudo que ele fez foi usurpar dinheiro de gente como eu que tem de fazer contas para chegar ao fim do mês para com o MEU dinheiro bancar de Pai dos Pobres e colher os louros de tamanha "virtude" quando esse senhor ganha R$ 80.000 para dar uma única palestra sem que doe um centavo do seu próprio bolso para os pobres?

Que virtude é essa que faz Dilma Rousseff gastar R$ 324 mil do nosso dinheiro em hotel de luxo para levar a mais cara comitiva do mundo para a posse do Papa Francisco?

Que virtude é essa que empresta dinheiro do nosso bolso via BNDES para fazer empresários como Eike Batista enriquecerem?

Que virtude é essa que perdoa dívidas milionárias de ditadores africanos conosco?

Que virtude é essa que torna o filho do Presidente Lula de administrador de zoológico a milionário em poucos anos?

Diga-nos, Senhor Ariovaldo, onde está a justiça cristã de fazer caridade com o dinheiro alheio quando se vive uma vida de luxo e ostentação?

Diga-nos, Senhor Ariovaldo, como podem os amigos seus e do PT - Evo Morales, Hugo Chávez, Nicolas Maduro, Fidel Castro, Ahmadinejad, Lula, Dilma Rousseff, Che Guevara et caterva - viveram vidas nababescas enquanto posam de legítimos defensores dos pobres usurpando os MEUS parcos recursos?

Esse não é o caminho proposto por Aquele que é o paradigma exegético das Escrituras: Cristo.

Não se vê um Cristo cuja principal preocupação é com reformas sociais. Não se vê um Cristo endossando o discurso público contra as injustiças sociais. Vê-se um Cristo que fala ao indivíduo e exige dele especificamente um olhar altruísta. E esse cuidado – que fique claro - deve ser feito de modo que a mão esquerda não saiba o que faz a mão direita (Mt 6.3). Não é preciso dizer que o alarde das virtudes e das preocupações sociais promovido pelo socialismo não só não é a única maneira de o cristão se envolver socialmente, como, ao que parece, é contrário àquilo que prescreve Cristo.

Eles batem no peito e agradecem a Deus por não serem como nós, reles pecadores despreocupados com os pobres, os desfavorecidos, os marginalizados; nós, que não temos consciência política e social. Nós alienados pelos valores da classe-média.

Perdoa-me, Senhor, pois sou um mero pecador... 
Título e Texto: Vitor Grando, 9-10-2014

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

UNÇÃO

HÁ UMA NOVA UNÇÃO?
“O Espirito Santo não unge pessoas. Ele habita pessoas. Quem unge é o Pai, o Deus Eterno. Em Isaías 61 o Pai ungiu o Filho (Messias), que é Cristo (Ungido) Jesus (Salvação). Nós estamos debaixo da unção de Cristo Jesus. O Ungido é Cristo. Nós falamos e oramos e agimos no poder e no nome de Jesus. Simples assim.”
-- Joel Wilkerson Antonior, teóilogo capixaba, 08jan2014

sábado, 9 de setembro de 2017

A LETRA MATA??

Lei (letra) mata! Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, Pois porém o espirito vivifica é Cristo o novo pacto .
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Este texto não fala ou sugere que é perigoso ou inútil estudar ou ser um estudioso das Escrituras Sagradas ou de outras ciências. Mas do endurecimentos do intendimento da REVELAÇÃO QUE É CRISTO, pois para eles o véu ainda é o mesmo . A LETRA A (LEI) . JESUS É O ESPIRITO QUE VIVIFICA , A NOVA ALIANÇA (PACTO) É A GLORIA DA JUSTIÇA . E não ministério de condenação a lei (LETRA)

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 Contudo, convertendo-se um deles ao Senhor, é-lhe tirado o véu.
17 Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade.
18 Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.

Ceia do Senhor

Jesus lhes disse: Eu lhes digo a verdade: Se vocês não comerem a carne do Filho do homem e não beberem o seu sangue, não terão vida em si mesmos.
54 Todo aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no úl
timo dia.
55 Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida.
56 Todo aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
57 Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que se alimenta de mim viverá por minha causa.
58 Este é o pão que desceu dos céus. Os antepassados de vocês comeram o maná e morreram, mas aquele que se alimenta deste pão viverá para sempre. (João cap 6) 
e, tendo dado graças, partiu-o e disse: "Isto é o meu corpo, que é dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim".
Da mesma forma, depois da ceia ele tomou o cálice e disse: "Este cálice é a nova aliança no meu sangue; façam isto, sempre que o beberem, em memória de mim" . -A ceia do Senhor é um memorial e uma ordenança do Senhor. Ao celebrarmos a ceia do Senhor, estamos lembrando do seu Amor e da sua Morte Vicária, de cristo Jesus na cruz do calvário. É a sua nova aliança através do seu sangue derramado . 
E Ao mesmo tempo é para nós renovarmos o nosso amor a nossa fé e a nossa fidelidade ao nosso Senhor ,Em cristo Jesus. Em COMUNHÃO com os irmãos (as) e com a igreja unida em espirito no amor e no servir uns ou outros em Amor , esperança e na fé . E nos reconhecermos como falhos e pecadores, e ser purificados do pecado . Temos que admitirmos que somos pecadores .
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r quando ao texto a PALAVRA "indignamente" (Nao se trada da pessoa indignidade ou da dignidade da pessoa) (digno É O CRISTO JESUS) . INDIGNIDADE SE REFERE A PRATICA OU MODO DA CELEBRAÇÃO . Não dar devido falor ao ATO A CERIMONIA, brincar com o rito
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Joel ilkerson Antonior 1* Cor. Cap 11

sexta-feira, 2 de junho de 2017

PAULO FREIRE

te exílio na Suíça: influência duradoura na educação brasileira Reprodução / Acervo Paulo Freire
Durante décadas, Paulo Freire foi a referência incontestável da educação brasileira. Ainda hoje, ele não tem concorrentes em número de citações nas faculdades de Pedagogia. Mas, se merece crédito por ter chamado atenção para o problema do analfabetismo no país, Freire adotou um viés ideológico que já era problemático nos anos 1960 e não pode ser tomado como referência em 2017. 
Veja cinco ideias indefensáveis que Paulo Freire apoia em seu principal livro, Pedagogia do Oprimido:

1) O mundo se divide entre opressores e oprimidos
Freire defende uma pedagogia “que faça da opressão e de suas causas objeto da reflexão dos oprimidos, de que resultará o seu engajamento necessário na luta por sua libertação”. 
Ao adaptar a noção da constante luta de classes de Karl Marx, o pedagogo usa um esquema binário: os estudantes não teriam opção senão buscar sua liberdade diante dos opressores. A noção freiriana de libertação é pouco detalhada pelo autor, mas um detalhe da obra traz uma boa pista do que ele tinha em mente: a descrição apaixonada que ele faz do regime de Cuba – o próximo item da lista. 

2) Che Guevara é um exemplo de amor
Quando Pedagogia do Oprimido foi escrito, os fuzilamentos sumários feitos em Cuba já eram notórios. O próprio Che Guevara havia admitido a prática do alto da tribuna das Nações Unidas. No entanto, Freire enxergava apenas qualidades no guerrilheiro convertido em ditador.
"O que não expressou Guevara, talvez por sua humildade, é que foram exatamente esta humildade e a sua capacidade de amar que possibilitaram a sua ‘comunhão’ com o povo. (...). Este homem excepcional revelava uma profunda capacidade de amar e comunicar-se", escreveu.

3) A educação deve estar a serviço da revolução
"O sentido pedagógico, dialógico, da revolução, que a faz 'revolução cultural' também, tem de acompanhá-la em todas as suas fases", propôs Freire.
A implicação é que o ensino deve estar a serviço da ideologia. A ideia de Paulo Freire abre as portas para a pregação política em sala de aula, com as vítimas de sempre: os alunos. 
 4) A família é opressora
Em Pedagogia do Oprimido não há qualquer menção ao papel da família na educação. O ensino é visto como uma tarefa do professor, subentendido o protagonismo do Estado nessa função. A lógica de Paulo Freire é esta: como a sociedade é opressora, a família reproduz os mecanismos opressores dentro de casa. 
"As relações pais-filhos, nos lares, refletem, de modo geral, as condições objetivo-culturais da totalidade de que participam. E, se estas são condições autoritárias, rígidas, dominadoras, penetram nos lares que incrementam o clima da opressão", diz um trecho do livro.
5) É preciso combater a “invasão cultural”
A educação, por definição, depende da transmissão de conhecimentos e valores acumulados ao logo da história. No Brasil, essa história vem sobretudo das grandes tradições da filosofia grega, do direito romano, da matriz cristã. Interpretar o ensino dessa tradição como uma “imposição de valores” a ser combatida significa isolar os alunos do contexto histórico do país onde vivem. 
Freire quer os estudantes protegidos da “invasão”: "Neste sentido, a invasão cultural, indiscutivelmente alienante, realizada maciamente ou não, é sempre uma violência ao ser da cultura invadida, que perde sua originalidade ou se vê ameaçado de perdê-la", prega.
Entre os herdeiros ideológicos de Paulo Freire estão as correntes que defendem uma versão do Português sem erros nem acertos – o que, no fim das contas, prejudica a inserção de jovens carentes no mercado de trabalho.