segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

FAMÍLIA

DEVOCIONAL.
Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.” (Ef 6. 2-3)
A todo instante os valores da família estão sendo solapados. As atitudes e posturas que eram praticadas pelas gerações passadas já não são mais vistas. Não há mais respeito, consideração, submissão. Os filhos já não honram mais os pais.
Dentro dessa nova realidade, o que tem prevalecido são os novos conceitos e paradigmas que, impostos por um sistema maligno, primam por destruir a sagrada instituição da família.
O Autor da família (Deus) nunca errou e sempre soube como conduzi-la. Ele tem o caminho estabelecido e certo para a consolidação da vitória. Aos filhos que desejam ser abençoados, Ele orienta que honrem os pais. Honrar é respeitar, estimar, amar, cuidar, valorizar, proteger, obedecer.
O texto que acabamos de ler nos afirma que viver dessa forma atrai o favor de Deus. É mandamento com promessa! Os filhos que vivem dessa forma são prósperos (têm uma vida abençoada) e alcançam a longevidade. Você tem honrado os seus pais?
Pr. Waldyr Silva.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

IGREJA PRIMITIVA SERÁ UMA BOA IDEIA ?

Quero uma igreja com ideais da igreja primitiva. 
--Qual por exemplo ? 
* A do corinto, pode ser!
-- tem certeza disto?
---vc conheceu a igreja de corinto através do relato bíblico ? 
 olha aí
1- havia inveja 1* co cap 3
2- havia divisão 1*co cap 3
3- pobre e ricos não ceavam juntos.
4- pre julgamento indevidamente . 1* Co cap 4
5- imoralidade sexual -1* Co cap.5
O PROBLEMA NÃO É A ASSEMBLÉIA ECLÉSIA O TEMPLO .
O PROBLEMA SOMOS NÓS ,COM NOSSOS PECADOS, E DILEMAS E O NOSSO EGOCENTRISMO .
VOCÊ NÃO É PERFEITO, E O OUTRO TAMBÉM NÃO
APENAS HA UM PERFEITO QUE É CRISTO

terça-feira, 15 de novembro de 2016

15 DE NOVEMBRO UM GRADE GOLPE


O maior golpe político da história do Brasil

Por: Bruno Garschagen em 


Não compreendo a celebração da mentira que se convencionou chamar de "proclamação da república". Porque a república presidencialista no Brasil foi imposta em 15 de novembro de 1889 com um golpe militar que derrubou a Monarquia Parlamentar Constitucional.
Desde lá, tivemos 34 presidentes e sete constituições. Assim como voltaria a acontecer em 1964, o golpe militar contou com o apoio das elites militar, política, econômica e intelectual. Diz-se que naquele 15 de novembro de 1889 o Brasil dormiu monarquista e acordou republicano. Era melhor o país não ter dormido.
Encerrava, assim, com imerecida desonra, a nossa Monarquia, que em três ocasiões (1834, 1837, 1881) reformou o seu modelo político para se adequar aos desafios da época e estava prestes a realizar a quarta reforma, com o Gabinete Ouro Preto, quando foi derrubada.
A república nasceu, portanto, maculada. Fruto de um golpe militar, jamais conseguiu superar as virtudes construídas pela nossa Monarquia. Com a república, o que era ruim não era novo, e o que era novo era péssimo.
A história da república presidencialista brasileira é, também, uma sucessão de golpes e do desenvolvimento de uma tradição política autoritária. A república começou com duas ditaduras (Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto). A República Velha terminou em estado de sítio seguido de um golpe militar. A Era Vargas começou com um golpe eufemisticamente chamado de "Revolução de 1930" e sediou um golpe dentro do golpe em 1937, eufemisticamente batizado de "Estado Novo". Um golpe afastou Getúlio Vargas do poder em 1945 e novas eleições foram convocadas. Em 1964, um contragolpe impediu o golpe orquestrado pelas forças ideológicas e políticas que sustentavam o governo de João Goulart. Entre 1964 e 1984, também houve golpes dentro do golpe. Golpe, portanto, não é novidade na história política brasileira.
Alguns apoiadores do golpe de 1889 perceberam muito cedo o tamanho do problema que ajudaram a criar. O sentimento de muitos que apoiaram a derrubada da Monarquia foi, aliás, semelhante ao expresso pelo jornalista e político Quintino Bocaiúva, polemista inveterado, republicano fervoroso. Em carta à Princesa Isabel, Bocaiúva pediu perdão a Deus pelo que fez para o advento da república e se disse surpreso pelo fato de o povo não "ter cortado a cabeça de quantos" como ele que haviam cometido "tão funesto erro".
A república presidencialista permitiu o crescimento do estado e do poder do governo e contribuiu decisivamente para esvaziar do imaginário popular o sentido de dever e de responsabilidade existente durante a Monarquia e o substituiu gradualmente pela ação do governo. A consequência foi o aumento do estatismo na elite política e no imaginário popular.
Para impor culturalmente o novo modelo político num país majoritariamente monarquista, os republicanos fizeram tudo o que podiam para "eliminar o mais rapidamente da paisagem os vestígios da Monarquia". Nesse processo, a bandeira foi modificada, foram criadas diversas datas cívicas e o cumprimento maçônico saúde e fraternidade foi convertido por lei "em saudação obrigatória no Brasil republicano".
Com isso, os republicanos sepultaram não só a Monarquia Parlamentar Constitucional, mas a parte benéfica de sua experiência de quase sete décadas de Brasil independente, incluindo a tentativa de desenvolver um governo representativo para delimitar o poder de cooptação pelo estado patrimonial. A república destruiu a herança e o espírito de continuidade que fornecia "um princípio seguro de conservação e um seguro princípio de transmissão; sem de todo excluir um princípio de melhoramento", elementos capazes de manter "a união do passado e do presente, da tradição e do progresso".
Lamentavelmente, nos restou não um legado virtuoso, mas uma infame caricatura criada pela ignorância e a ridicularização de um período relevante e fascinante da história brasileira.
Não, não houve "proclamação da república". Houve golpe.
***
Bruno Garschagen é autor do best-seller "Pare de Acreditar no Governo - Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado" (Editora Record). É Doutorando e Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais, palestrante, podcaster, colunista e colaborador do EXTRA.

15 DE NOVEMBRO

15 de Novembro: O golpe que assassinou um possível futuro para o nosso país!
(1880) O Brasil era a 4º Economia do Mundo e o 9º Maior Império da História.
(1860-1889) A Média do Crescimento Econômico era de 8,81% ao Ano.
(1880) Eram 14 Impostos, atualmente são 92.
(1850-1889) A Média da Inflação era de 1,08% ao Ano.
(1880) A Moeda Brasileira tinha o mesmo valor do Dólar e da Libra Esterlina.
(1880) O Brasil tinha a Segunda Maior e Melhor Marinha do Mundo. Perdendo apenas para Inglaterra.
(1860-1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
(1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de Ferro do Mundo, com mais de 26 mil Km.
A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador. "Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho. "Schreiner, ministro da Áustria, afirmou que o Imperador era atacado pessoalmente na imprensa de modo que 'causaria ao autor de tais artigos, em toda a Europa, até mesmo na Inglaterra, onde se tolera uma dose bastante forte de liberdade, um processo de alta traição'." Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura.
"Imprensa se combate com imprensa", dizia.
"Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano, porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou"
MACHADO DE ASSIS
ESCRITOR E FUNDADOR DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
1. A média nacional do salário dos professores estaduais de Ensino Fundamental em (1880) era de R$ 8.958,00 em valores atualizados.
2. Entre 1850 e 1890, o Rio de Janeiro era conhecido na Europa como “A Cidade Dos Pianos” devido ao enorme número de pianos em quase todos ambientes comerciais e domésticos.
3. O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel.
4. O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani” foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.
5. Pedro II tinha o projeto da construção de um trem que ligasse diretamente a cidade do Rio de Janeiro a cidade de Niterói. O projeto em tramito até hoje nunca saiu do papel.
6. Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir.
7. Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.
8. Descontruindo boatos, D. Pedro II e o Barão/Visconde de Mauá eram amigos e planejaram juntos o futuro dos escravos pós-abolição. Infelizmente com o golpe militar de 1889 os planos foram interrompidos.
9. Oficialmente, a primeira grande favela na cidade do Rio de Janeiro, data de 1893, 4 anos e meio após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos.
10. D. Pedro II tinha 1,91m de altura, quando a média dos homens brasileiros era de 1,70m e mulheres 1,60m.
11. Na época do golpe militar de 1889, D. Pedro II tinha 90% de aprovação da população em geral. Por isso o golpe não teve participação popular.
12. José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.
1. O Paço Leopoldina localizava-se onde atualmente é o Jardim Zoológico
2. O Terreno onde fica o Estádio do Maracanã pertencia ao Duque de Saxe, esposo da Princesa Leopoldina.
3. Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris.
4. A ideia do Cristo na montanha do corcovado partiu da Princesa Isabel.
5. A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.
6. D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.
7. D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente.
8. A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.
9. D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
10. D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga.
11. Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.
12. Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.
13. Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.
14. D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições.
15. Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos.
16. Pedro II fez um empréstimo pessoal há um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.
17. A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
18. Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II.
19. Pedro II acreditava em Allan Kardec e Dr. Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos.
20. D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exilio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.
...
...
Fontes:
Biblioteca Nacional, IMS, Coleção Teresa Cristina, Diário de Pedro II, Correspondências do acervo do Museu Imperial de Petrópolis, Biografias como As Barbas Do Imperador, Imperador Cidadão, Filho de uma Habsburgo, Chico Xavier e D. Pedro II, Cartas da Imperatriz, Teatro de Sombras, Construção da Ordem, D. Pedro II Ser ou Não Ser, Acervo Museu Histórico Nacional entre outros.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O AMOR DE DEUS

AMOR ETERNO.
(Jeremias 31,3)
O senhor lhe apareceu dizendo :”Eu te amei com amor eterno,com amor leal atraí.(outra versão com benignidade te atraí.)
Nós somos atraídos pelo o amor de Deus pela sua graça e a sua palavra.
Nós amamos ao Senhor Deus, por que primeiro Ele o Deus Pai Eterno e o seu filho Jesus, o nosso Senhor Jesus Cristo nos amou.
A prova desse amor está no evangelho de João 3;16 "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."
Deus quer que tenhamos uma vida eterna no filho e junto ao filho para sua gloria.
Para isto Deus nos deixou seus ensinamentos e os seus mandamentos para obedecermos e praticarmos em comunhão .
Pelo seu Amor Deus, nos tirou das trevas a onde estávamos perdidos, e nos levou para sua maravilhosa luz, através do seu filho Jesus.
No salmo 136 diz assim: Deus é bom e o seu amor dura para sempre.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

OS APÓSTOLOS DE HOJE .

HÁ APÓSTOLOS HOJE?
* Marcelo Parga de Souza


Jesus Cristo fundou, estabeleceu e continua a edificar sua Igreja através dos séculos. Dentre os vários dons e ofícios que ele tem distribuído ao seu povo estão aqueles que se referem aos líderes da Igreja. Esses líderes são os oficiais da igreja, capacitados e chamados por Deus, bem como reconhecidos pela congregação, para sua função. Ofícios Eclesiásticos
Os oficiais da Igreja têm a responsabilidade de guiar o povo de Deus através da liderança pelo exemplo, bem como através do ensinamento da Palavra e dos preceitos de Deus, que alimentam os cristãos espiritualmente. A eles também é conferida a responsabilidade de supervisionar a administração da Igreja. Sua obra é para a edificação da Igreja.
As qualificações requeridas daqueles que são chamados para os ofícios de liderança na Igreja, bem como suas responsabilidades, são encontradas em diversas porções das Escrituras (1 Timóteo 3 é um dos melhores exemplos).
É importante ressaltar que aqueles apontados aos ofícios da Igreja têm dons espirituais que também se encontram, em diferentes graus, nos membros da congregação. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo; há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. O Espírito Santo confere seus dons e opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer (1 Coríntios 12:4-11). Os oficiais da Igreja, entretanto, têm de ter reconhecimento público, ou seja, do povo de Deus, com relação aos seus dons, capacidade, e chamada para as funções de liderança.
O Novo Testamento menciona três ofícios de liderança na Igreja: apóstolos, presbíteros (ou bispos, ou pastores; os três termos são usados nas Escrituras significando o mesmo ofício, cf. Tt 1:5-7; At. 20: 17; 28) e diáconos. É evidente que as igrejas cristãs têm através dos séculos instituído padrões diferentes de governo eclesiástico, divergindo quanto ao entendimento mais apropriado do modelo bíblico. Historicamente, entretanto, houve um consenso de que o ofício apostólico não mais existe na Igreja.
Alguns cristãos na história recente da Igreja, porém, têm argumentado que não há nenhum versículo bíblico que diga explicitamente que não pode haver apóstolos nos dias de hoje. Algumas igrejas vão até ao ponto de denominar alguns de seus lideres como apóstolos. Muitos cristãos se submetem a tais apóstolos com a idéia de que estão se submetendo a autoridades no mesmo nível dos apóstolos Paulo e Pedro, por exemplo.
Isso obviamente levanta a questão: há apóstolos hoje? É bíblico que igrejas denominem seus líderes apóstolos? É verdade que se alguém negar que possa haver apóstolos hoje, essa pessoa estará negando a validade dos dons do Espírito para hoje, bem como o modelo bíblico de vida e organização eclesiástica?
O primeiro passo para que tais questões sejam respondidas é examinar o conceito bíblico da apostolado, sua função, responsabilidade, e qualificações necessárias. O Significado da Palavra "Apóstolo"
Existem dois sentidos básicos para o termo "apóstolo". De um modo mais geral, o termo se refere a qualquer pessoa que seja um enviado ou emissário de Deus através da Igreja para uma obra especial, seja de liderança ou não (Fl. 2:25). Esse significado provém da correlação entre o substantivo "apóstolo" (ἀπόστολος) e o verbo em grego que significa "enviar" (ἀποστέλλω). Nesse sentido mais geral, não há dificuldade em se aceitar que qualquer pessoa pode ser um apóstolo de Deus. Qualquer pessoa pode ser enviada, por exemplo, por uma igreja para o trabalho missionário, e, nesse sentido amplo, ela é um apóstolo de Deus.
No Novo Testamento, porém, o sentido mais comum da palavra é o sentido técnico e restrito, se referindo a um grupo seleto dos apóstolos de Cristo. A palavra traduzida "apóstolo" (e suas derivações) é encontrada 80 vezes no texto grego do Novo Testamento (Nestle-Aland 27a. Ed.). Dessas, ela tem esse sentido restrito nada menos do que 73 vezes. O sentido mais amplo de "enviado" ocorre somente 5 vezes (Jo. 13:16; 2 Co. 8:23; Fl. 2:25; At. 14:4 e 14 são duas referências ambíguas); ela se refere uma vez a Jesus Cristo (Hb. 3:1); e, finalmente, há 3 ocorrências que apresentam dificuldades exegéticas, podendo ter tanto o sentido mais amplo como o mais técnico: Rm. 16:7; At. 14:4; 14.
Sendo que não há controvérsia quanto ao sentido mais amplo da palavra (podendo em tese ser aplicada a qualquer pessoa que seja enviada para uma missão, seja um oficial da Igreja ou não), nosso foco aqui é no sentido mais técnico da palavra, ou seja, no ofício do apostolado, que alguns alegam ter nos dias de hoje. Os Apóstolos e as Escrituras
Essencial para o entendimento do papel dos apóstolos é o fato de que o Novo Testamento foi escrito por eles e por seus companheiros mais próximos, sob a inspiração de Deus. A eles foi dada, pelo Espírito Santo, a habilidade de se lembrarem precisamente das palavras e ensinamentos de Jesus, para que as ensinassem de maneira verbal e escrita.
Jesus disse aos seus discípulos (mais tarde chamados apóstolos): "Isto vos tenho dito, estando ainda convosco; mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito". (João 14:25-26)
Por causa disso, os apóstolos consideraram seus escritos explicitamente como sendo do mesmo nível de inspiração e autoridade do Antigo Testamento. Eles tinham consciência de que seus escritos também eram as Escrituras inspiradas de Deus. Eis alguns exemplos: “para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos”, (2 Pedro 3:2)
Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo”. (1 Coríntios 14:37)
Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes”. (1 Tessalonicenses 2:13)
ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles”. (2 Pedro 3:16)
Note que a palavra traduzida "Escrituras" em 2 Pe. 3:16 ocorre 51 vezes no texto grego do Novo Testamento, e ela se refere ao Antigo Testamento (ou seja, não a quaisquer escritos, mas à Palavra de Deus) em todas as ocorrências. Deste modo, Pedro explicitamente coloca as epístolas de Paulo no mesmo nível de autoridade e inspiração do Antigo Testamento.
Os apóstolos, em virtude de seu ofício apostólico, tinham a autoridade para receber a revelação direta da Palavra de Deus e escrevê-las para o uso da Igreja. Isso, na verdade, foi historicamente o primeiro critério para que um documento fosse considerado, na Igreja Primitiva, como sendo parte do Novo Testamento.
Que dizer então dos evangelhos de Marcos e Lucas, do livro de Atos, da epístola aos Hebreus e a epístola de Judas? Marcos, Lucas, e Judas (não o Iscariotes) não eram apóstolos, e não se sabe com certeza quem foi o autor da epístola aos Hebreus. Tais livros foram aceitos pela Igreja Primitiva porque, além de outros fatores, seus autores eram companheiros próximos dos apóstolos, e escreveram sob sua supervisão. A evidência bíblica e histórica é que Lucas escrevia sob a supervisão de Paulo, e Marcos sob a supervisão de Pedro. Judas era irmão de Jesus. A epístola aos Hebreus era considerada por muitos como sendo de autoria de Paulo, e outros a consideraram como autêntica por refletir claramente os ensinamentos dos apóstolos.
O fato do Novo Testamento ter sido produzido, de uma maneira ou de outra, pelos apóstolos, é de vital importância para o entendimento do apostolado. Os apóstolos foram comissionados diretamente por Jesus para trazerem suas Palavras inspiradas à Igreja. Ninguém tinha o direito de alegar ter autoridade divina para seus escritos se esta pessoa não fosse um apóstolo ou um de seus companheiros.
Ninguém, na história subseqüente da Igreja, jamais teve o direito de incluir seus escritos nas Escrituras Sagradas, pois o cânon da Bíblia foi completado após a morte de João, o último apóstolo. Isso por si só indica claramente que, se houvesse apóstolos em qualquer época após o período no Novo Testamento, seus escritos poderiam ser incluídos nas Escrituras, e todos os cristãos estariam obrigados a aceitá-los como sendo a Palavra de Deus. Sendo isso impossível, é impossível que haja apóstolos após o primeiro século, muito menos nos dias de hoje.
As Qualificações dos Apóstolos
Havia duas qualificações para o apostolado:
1. O apóstolo tinha de ser testemunha ocular de Jesus ressurreto.
Até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas. A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. (Atos 1:2-3)
Isso foi um dos requerimentos para que o substituto de Judas Iscariotes fosse escolhido:
É necessário, pois, que, dos homens que nos acompanharam todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós, começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição. (Atos 1:21-22)
Da mesma maneira: Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. (Atos 4:33)
Paulo, por sua vez, também foi testemunha ocular de Jesus ressurreto:
Saulo, respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote e lhe pediu cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de que, caso achasse alguns que eram do Caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém. Seguindo ele estrada fora, ao aproximar-se de Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor, e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Ele perguntou: Quem és tu, Senhor? E a resposta foi: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; mas levanta-te e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer. (Atos 9:1-6)
Assim sendo, Paulo faz questão de ressaltar que sua credencial apostólica também era baseada no fato de que ele era testemunha ocular de Jesus ressurreto:
Não sou eu, porventura, livre? Não sou apóstolo? Não vi Jesus, nosso Senhor? Acaso, não sois fruto do meu trabalho no Senhor? (1 Coríntios 9:1)
Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo. Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus. (1 Coríntios 15:7-9)
Note que Paulo diz que ele foi o último dos apóstolos comissionados por Jesus. Suas palavras foram aqui inspiradas por Deus, e, portanto não há a possibilidade que ele estivesse enganado, ou que apenas desconhecesse outros apóstolos comissionados depois dele.
2. O apóstolo tinha de ter recebido sua comissão apostólica diretamente de Jesus.
Os Doze apóstolos originais tinham comissão direta de Jesus: E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos: Simão, a quem acrescentou o nome de Pedro, e André, seu irmão; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelote; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, que se tornou traidor. (Lucas 6:13-16; cf. Mt. 10:1-7; Mc. 3:14)
Por esta razão, quando da apostasia de Judas e da necessidade de que seu ofício fosse preenchido por outro, os apóstolos buscaram a comissão direta de Deus:
É necessário, pois, que, dos homens que nos acompanharam todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós, começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição. Então, propuseram dois: José, chamado Barsabas, cognominado Justo, e Matias. E, orando, disseram: Tu, Senhor, que conheces o coração de todos, revela-nos qual destes dois tens escolhido para preencher a vaga neste ministério e apostolado, do qual Judas se transviou, indo para o seu próprio lugar. E os lançaram em sortes, vindo a sorte recair sobre Matias, sendo-lhe, então, votado lugar com os onze apóstolos. (Atos 1:21-26)
Da mesma maneira, Paulo enfatizou que tinha recebido sua comissão apostólica diretamente de Jesus:
Paulo, apóstolo, não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos, (Gálatas 1:1)
Faço-vos, porém, saber, irmãos, que o evangelho por mim anunciado não é segundo o homem, porque eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo. (Gálatas 1:11-12) Quem Eram os Apóstolos?
O número original dos apóstolos, como visto acima, era de 12. Havia significado profético nesse fato, pois seu número correspondia ao número de tribos de Israel. Os 12 apóstolos originais eram a liderança do povo de Deus na Nova Aliança.
Além dos 12, somente duas pessoas são mencionadas explicitamente como sendo apóstolos no Novo Testamento: Paulo (veja acima) e Tiago, o irmão de Jesus e líder da igreja em Jerusalém (Gl. 1:19; 2:9). Paulo menciona claramente que Jesus apareceu ressurreto a Tiago (1 Co. 15:7), e sua liderança em Jerusalém evidencia que os apóstolos tinham reconhecido seu comissionamento direto por Jesus. Quanto a Barnabé (At. 14:4; 14), há duas possibilidades. É possível que as referências em At. 14 tenham o sentido mais técnico da palavra. Neste caso, considerando-se todos os dados acima, e a maneira altamente seletiva na qual o Novo Testamento intitula uma pessoa como apóstolo, se o texto indica que Barnabé era apóstolo no sentido mais restrito pode-se deduzir que ele também possuía as mesmas qualificações dos demais apóstolos. É mais provável, porém, que o sentido da palavra em At. 14 é o mais amplo, já que Paulo e Barnabé tinham sido enviados para uma missão pela igreja em Antioquia, à qual deveriam prestar contas quando completassem a determinada obra (cf. At. 14:27).
Não é impossível que houvesse outros indivíduos que pudessem ter sido considerados apóstolos no primeiro século. Os dados acima estabelecem, contudo, dois pontos principais: em primeiro lugar, mesmo se houvesse outros apóstolos, eles eram com certeza um grupo seleto (pois poucos tinham as duas qualificações necessárias para o oficio) do qual Paulo foi o último membro comissionado (1 Co. 15:8). Isso por si só exclui a possibilidade de haver qualquer apóstolo comissionado por Deus após Paulo. Ninguém pode, após o primeiro século, alegar ter recebido um comissionamento direto de Jesus, através de uma visão ou revelação, para o ofício do apostolado. Deus não contradiz a sua própria Palavra.
Segundo, nenhuma pessoa que não tivesse recebido diretamente de Jesus a autoridade para escrever a Palavra de Deus pela inspiração do Espírito Santo, ou recebido tal comissionamento por um dos apóstolos, não podia ser considerado apóstolo. Tal fato é corroborado não só pela evidência bíblica, mas também pela história da Igreja no processo de reconhecimento do cânon. Isto significa que, estando o número de livros da Bíblia completos, a Palavra de Deus tendo sido por Ele mesmo produzida e preservada por dois mil anos, não é possível que haja apóstolos após a completude do cânon no primeiro século. O Papel dos Apóstolos na Igreja.
Paulo, sob a inspiração do Espírito Santo, nos diz que os apóstolos tiveram um papel definido no plano de Deus para a edificação de sua Igreja. Ele diz aos Efésios que os apóstolos e profetas foram o fundamento da Igreja: Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; (Efésios 2:19-20)
Da mesma maneira, o apóstolo João descreve o edifício da Igreja de Deus glorificada tendo os apóstolos como fundamento: Então, veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro; e me transportou, em espírito, até a uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, a qual tem a glória de Deus. O seu fulgor era semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina. Tinha grande e alta muralha, doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, sobre elas, nomes inscritos, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel. Três portas se achavam a leste, três, ao norte, três, ao sul, e três, a oeste. A muralha da cidade tinha doze fundamentos, e estavam sobre estes os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. (Apocalipse 21:9-14)
Conclusão
Podemos concluir que a evidência bíblica descarta a possibilidade de que possa haver apóstolos após a primeira geração da Igreja no primeiro século. Como conseqüência, certamente não há apóstolos nos dias de hoje. Os apóstolos eram um grupo seleto de testemunhas oculares de Jesus ressurreto, comissionados pelo próprio Jesus. Somente eles tinham a autoridade para escrever e/ou supervisionar a redação das Escrituras.
O cânon da Palavra de Deus, estando completo, não pode ser expandido por nenhum documento, e, portanto, não há nenhum apóstolo moderno que tenha tal autoridade. Ao mesmo tempo, nenhuma pessoa que não tenha essa autoridade pode ser considerada um apóstolo. Deus não mais confere revelações infalíveis a ninguém. As revelações infalíveis de Deus se encontram exclusivamente no cânon completo das Escrituras.
É importante salientar que o ministério dos apóstolos continua na Igreja hoje – não em pessoas que se denominam apóstolos, mas no Novo Testamento. Cada vez que a Palavra de Deus no Novo Testamento é lida e proclamada, o ministério apostólico cumpre o seu papel. Os apóstolos do primeiro século vivem hoje na Igreja através da Palavra nos dada por Deus por intermédio deles.
Segundo a Palavra de Deus, Paulo foi o último apóstolo. Os únicos ofícios que permanecem na Igreja (ainda que haja diversos ministérios) são os de pastor (ou presbítero, ou bispo – os três termos significando o mesmo ofício no Novo Testamento) e de diácono.

* Rev. Marcelo Parga de Souza é ministro associado da Christ Reformed Church em Anaheim, Califórnia
www.santovivo.net







domingo, 16 de outubro de 2016

VIA INTELLECTUS KARL MARX E O SEU PENSAMENTO RELIGIOSO

Karl Marx, o pai do Comunismo. O homem que queria se vingar contra Deus

“Assim, o Céu eu perdi, e sei disso muito bem. Minha alma, que já foi fiel a Deus, está escolhida para o Inferno.”
“Nada, senão a vingança, restou para mim.”
“Eu desejo me vingar contra Aquele que governa lá em cima.” 
(Karl Marx 1818-1883)
Não há registro, em toda a História, de um século mais sangrento do que o século vinte. E muito desse sangue derramado se deveu a um dos mais diabólicos regimes políticos jamais concebidos, o Comunismo. Fazendo as contas, e por baixo, podemos verificar pelos dados históricos que pelo menos 120 milhões de pessoas foram mortas em consequência direta da atuação desta ideologia anticristo, mais especificamente durante o período dos carniceiros Lênin na União Soviética e Mao Tse Tung na China. Esta é também a ideologia mãe doPartido dos Trabalhadores, o PT, do monstruoso regime cubano e de tantas outras ideologias utópicas e atéias filhas das funestas concepções do prussiano Karl Marx.
Filho de judeus convertidos ao Cristianismo, Karl Marx nasceu em 1818 em Trier, na antiga Prússia. Recebeu a oportunidade de frequentar boas escolas e viveu sua infância sem conhecer a fome ou a necessidade. Estudou Direito, Filosofia e História na Alemanha. Recebeu ensinamentos cristãos e professava ser, ele mesmo, um servo de Cristo. Em sua juventude chegou a escrever uma obra intitulada de “Pensamentos de um Jovem antes de escolher uma Profissão”, na época em que afirmava: “portanto, unidade com Cristo internamente exalta, conforta nas provações, e abre o coração para amar as pessoas, não por causa do nosso orgulho ou por sede de fama, mas por causa de Cristo.”
Todavia, por razões que somente Deus conhece, esse homem virou as costas para Deus, aderindo aos mais satânicos ensinamentos e elaborando, ele próprio, idéias e conceitos totalmente de acordo com a vontade e os princípios de Satanás. Talvez o triste caso de Karl Marx tenha sido um dos mais notáveis e apavorantes casos de apostasia de que se tem notícia.
Karl Marx tornou-se um professo inimigo de Deus e viveu sua vida em intensa e agonizante amargura e ódio, chegando a escrever estas curiosas palavras:
“Eu estabelecerei meu trono em cima; Frio e terrível será o seu apogeu”
Muito estranho, porém sabemos quem disse algo semelhante:
“Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.” Isaías, 14:13,14
Para os que não sabem, foram estas as palavras proferidas por Lúcifer quando deu início à sua amarga e tresloucada rebelião contra o Criador, o que resultou em sua condenação eterna ao Lago do Fogo, segundo vemos em Apocalipse 20:10.
Muito se fala sobre a famosa obra de Karl Marx chamada de O Capital (escrita em 1867), porém muito pouco se ouve de uma obra bem íntima que também escreveu chamada de Oulanem. Em meio às mentirosas propagandas das ideologias atéias, opressoras e comunistas, O Capital é sempre mencionado, enquanto sua obra Oulanem é frequentemente ocultada. E por que? Vejamos um trecho desta tétrica e medúsica obra de Karl:
“Evaporações infernais se levantam e enchem meu cérebro,
até que eu enlouqueça e que meu coração não mude dramaticamente.
Vêem esta espada? O rei das trevas a vendeu a mim.” 
Karl Marx, do verso Nidler;Oulanem
Vejamos mais uma amostra desta sórdida e nauseabunda obra do pai do Comunismo:
“Pois ele está marcando o tempo e dando sinais.
Mais audaciosamente ainda eu executo a dança da morte.
E eles também: Oulanem, Oulanem.
Este nome soa como a morte,
E soará até que não pare em formas miseráveis.
Alto! Agora eu já tenho.
Se levanta da minha alma, claro como o ar,
E duro como os meus ossos.
E ainda assim tu personificas a humanidade.
Eu te poderei tomar pelo poder de minhas poderosas mãos,
E esmagar-te com força feroz,
Enquanto o abismo se fende diante de mim,
E tu na escuridão.
Tu cairás no abismo e eu te seguirei,
Gargalhando e sussurrando em teus ouvidos:
“Venha para baixo juntamente comigo, companheiro!” Karl MarxOulanem
Mais uma amostra? Vamos a ela:
“Pereci, pereci. O meu tempo se esgotou.
O relógio parou, a pequena construção ruiu.
Logo abraçarei a eternidade, e com um grito,
Proferirei gigantesca maldição para toda a humanidade.” 
Karl MarxOulanem
A História também registra que Karl Marx era um indivíduo devasso e que vivia afundado em dívidas e que vivia constantemente embriagado. Ao mudar-se para a França, lhe foi oferecido um emprego em um jornal chamado de Anais Franco-Germânicos, onde trabalhavam Michael Bakunin, um anarquista russo, e Friedrich Engels, filho de um industrial alemão. Foi por essa época que Marx passou a se autodenominar comunista, alegando ter ficado impressionado com a pobreza do povo parisiense. Afundado em dívidas, Marx passou a ser sustentado por Engels, podendo dedicar seu tempo à elaboração de suas conhecidas e bizarras teorias econômicas e sociais. De suas concepções mirabolantes e notavelmente anticientíficas surgiu o famoso Manifesto Comunista, uma obra influenciada pelos rascunhos de Engels em seu Princípios do Comunismo. O Manifesto Comunista foi publicado em fevereiro de 1848. Em 1867 Karl Marx publica Das Kapital (O Capital), um dos maiores embustes em termos de teorias econômicas jamais concebidos.
Na realidade, o que está por trás das idéias de Karl Marx não são preocupações humanitárias e muito menos amor ao próximo. Vejamos o que diz Richard Wurmbrand, autor do livro Marx & Satan (Marx & Satanás):
"Não há evidências para a crença de que Marx mantinha nobres ideais com relação à humanidade e teria adotado uma postura anti-religiosa por ter visto a religião como obstáculo a esses ideais. Do contrário, Marx odiava qualquer noção de Deus ou deuses e estava determinado a ser o homem que ia tirar Deus do cenário - tudo isso antes de abraçar o socialismo, que seria apenas a isca para que proletários e intelectuais adotassem para si esse intento demoníaco."
Para piorar a situação (de Marx), um de seus amigos mais íntimos, Mikhail Bakunin, ao lado de quem Karl Marx fundou a Primeira Internacional Comunista, deixou trechos que nos podem mostrar a explícita e estreita relação do Marxismo-Comunismo com o Satanismo. Senão vejamos:
"Satanás o rebelde eterno, o primeiro livre-pensador e o emancipador de mundos. Ele faz com que o homem se sinta envergonhado de sua bestial ignorância e de sua obediência; ele o emancipa, estampa em sua fronte o selo da liberdade e da humanidade, instando-o a desobedecer e comer o fruto do conhecimento."
Ora, que resultados se poderiam obter de um sistema político-ideológico que teve suas origens em um homem cujo coração exalava ódio, amargura e rancor? Na foto, da esquerda para a direita: Fidel Castro, Lula da Silva, Nestor Kirschner e Hugo Chavez. Todos membros do Foro de São Paulo, uma Organização que planeja transformar toda a América Latina em um continente totalmente dominado e manipulado pelo Comunismo.
O autor Paul Johnson conseguiu sintetizar bem os resultados práticos da obra de Karl Marx:
"No devido tempo, Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung puseram em prática, numa imensa escala, a violência que Marx trazia em seu íntimo e que transpira em sua obra."
Conclusão:
1- É fato inquestionável que por onde quer que tenha passado o Comunismo (Rússia, China, Coréia do Norte, Albânia, Cuba, etc) o resultado é invariavelmente o mesmo: Propagação do Ateísmo, perseguições religiosas, totalitarismo, opressão, chantagens, mentiras, ruína, atraso, miséria e morte.
2- É igualmente fato que todos os postulados teóricos econômicos de Karl Marx resultaram em, no mínimo, um espetacular e catastrófico fracasso quando postos em prática.
3- Também é fato que muitos que se alegam ou que se alegaram socialistas, esquerdistas, populistas, populares, ou termos equivalentes, e que pregaram o Comunismo/Socialismo como mera desculpa permissiva para se lançarem em busca de poder político e econômico não passaram de um bando de pilantras, facínoras, mentirosos e criminosos. Os exemplos de Fidel Castro, de Lênin, Stalin, Mao Tse-Tung, e outros mais, são autênticas evidências disto.
Nada melhor para um bando de bandidos e de ladrões, famintos por dinheiro e poder, do que se travestirem de “líderes socialistas” e lançarem suas patas e caudas pelo lamacento território ideológicomarxista-comunista desprezando a menor noção de verdadeira justiça. Ou seja, o Comunismo além de ser uma mentira em si mesmo, é um excelente veículo para todo tipo de fraude que se pode querer imaginar cometer. 

4- O Comunismo e a Bíblia são frontalmente opostos!
5- O Satanismo e o Comunismo têm muito em comum, e o que os une é o ódio comum contra Deus e contra os homens. Não infrequentemente, homens libertinos, vagabundos e preguiçosos abraçam os ideais comunistas apenas como forma de expressarem seu ódio e inveja contra os que são prósperos economicamente ( prosperidade às custas de seus próprios esforços e trabalho árduos). Alguns desses crápulas conseguem obter cargos políticos, lideranças sindicais e alguns até conseguem se tornar presidente da república.
6- O Comunismo foi responsável pela tortura e morte de cerca de 200 milhões de seres humanos, mais do que o total de mortos da Primeira Guerra Mundial e da Segunda Grande Guerra somados!
 Os Símbolos do Comunismo
.A Foice simboliza a Morte
.O Martelo a Destruição
.A Estrela vermelha, o Pentagrama Satânico
.O vermelho, o sangue dos adversários

"De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más." Eclesiastes 12:13,14
-- INTELLECTUS
Referências:
1- Dr. Fred C. Schwarz, Why Communism Kills: The Legacy of Karl Marx, a tract published by Christian Anti-Communism Crusade (C.A.A.C.), pp. 4-6.
2- 2006, Mídia sem Máscara, Norma Braga: Era Marx Satanista?
3- 2004, Huascar Terra do Valle: As origens satânicas do comunismo
4-1997, Georgi Marchenko: Karl Marx?