sexta-feira, 15 de agosto de 2014

JESUS MUDOU A HISTORIA . E AS RELIGIÕES



UM POUCO DE PÉROLA.
MAIOR EVENTO DA HISTORIA, QUE MUDOU E A HISTORIA .( JESUS).
Ele por si só já começa dividindo a história (a.c ) e (d.c) antes e depois de Cristo.
Entre todas as religiões os seu fundadores são importantes. mas não são absolutamente essenciais a elas. Se Buda, Maomé e Confúcio se nao tivesse jamais existido ou vivido, ainda sim poderia ter as tais religiões, dos lideres citados. Pois nesta religiões o ensinamento e a disciplina que são e é muito importantes
A pessoa do lider fundador não são tão essencial assim . Por que uma outra pessoa especial poderia ter realizado tal ato igualmente bem. AGORA não é isto que acontece com a fé cristã. o cristianismo;"sabemos que Jesus não fundou nenhuma religião" é o próprio Cristo. Jesus, Ele pois é o centro, e é absolutamente vital a fé cristã e ao mundo. Sem Jesus Cristo nunca existiria o cristianismo. A fé cristã é totalmente voltada para Ele e está nEle.
Por quem Ele é, o que Ele fez e tem feito, No livro de (joão20:31) afirma que "Este, porém , foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o filho de Deus... vivo . E em Lucas também na apresentação da introdução do seu livro faz a mesma afirmação " Que Jesus é o Senhor, é Cristo o salvador". Bíblia nos ensina sobre a Pessoa de Cristo Jesus que Ele é o cumprimento de todas as profecias e promessas do velho ou antigo testamento. gostaria de selecionar alguns exemplos e citações .
Em (Gn 3;15) a promessa que foi feito no Éden , aonde Deus disse que a semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente. (Gn 17) a promessa feita a Abraão , sobre a sua posteridade em (Gálatas 3;16) Paulo explica tal fato. (Gn cap 49). em (Isaías7;14) somos informados do seu nascimento. Em(Malaquias 3;1) afirma que Ele seria precedido por um precursor "João Batista). também em ( o Salmo 2;6 e salmo 45 como Isaías 9;6,7) a nós nos fala que Ele é Rei e conquistador de um Reino .
Porém também nos é dito em (Isaías 53;3) que Ele seria "Desprezado e rejeitado,e também a sua morte seria vicária e substitutiva . Aqui nesta profecia em (Isaías 42;6 e 60;3) algo assustador para os judeus e algo maravilhoso para nós gentios Ele será " Luz para os gentios".
Em (zacarias 9;9) somos informados que Ele entraria na cidade de jerusalém montado em um jumentinho. E em (zacarias 11;12;13) diz que Ele seria vendido por trinta moedas de pratas. No (salmo 22;1) somo informados que Ele pronunciaria tais palavras na cruz "Deus meu ,Deus meu por que me desamparaste? ... Ha também muitas profecias referentes as suas obras........................... [já 4:00 da manhã continuarei com o texto] .

sábado, 9 de agosto de 2014

Cuidado com o significado oculto da raiz de uma palavra

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Por Robert Cara


No meu seminário, eu frequentemente leciono o curso introdutório de grego. No primeiro ou no segundo dia de aula, eu e pelo menos um aluno temos a seguinte conversa típica durante um dos intervalos:

- Dr. Cara, é verdade que pecado no Novo Testamento significa “errar o alvo”?
- Bom, não exatamente. Na Bíblia, pecado significa violar a lei de Deus. Sim, é verdade que a palavra grega traduzida como “pecado”, hamartia, é uma combinação de “não” e “alvo”, mas esse não é seu significado na Bíblia.

- Estou confuso. Muitas pessoas já me disseram que o real significado é “errar o alvo”.

- Muitos séculos antes do Novo Testamento ter sido escrito, a palavra pode ter sido cunhada baseada em alguém atirando uma lança e “errando o alvo”. Mas isso não tem relação com o significado da palavra no Novo Testamento. De fato, enfatizar “errar o alvo” como o significado real pode induzir as pessoas a pensarem que pecado é apenas quando alguém tenta o seu melhor e falha - ela tentou acertar o alvo, mas errou. Se me permite dizer, você está confundindo a história de uma palavra e sua possível derivação original com o seu significado durante o período do Novo Testamento. Você está cometendo aquilo que se chama de “falácia etimológica”, sobre o qual falaremos mais tarde no curso.

- Ah... próxima pergunta: predicados nominais cairão no teste amanhã?

Etimologia

Antes de abordar algumas falácias etimológicas, um breve resumo de como as palavras “funcionam” é útil. Em geral, palavras individuais têm uma gama de significados ou significados sobrepostos (um “campo semântico”). Quando uma palavra é usada em um contexto, o orador/ouvinte normalmente sabe intuitivamente qual parte do campo de significado está sendo usada.

Vamos usar o português moderno como exemplo. Amor é uma palavra portuguesa com um campo bastante amplo de significados sobrepostos, mas uma vez analisada dentro do contexto, o significado específico é bastante óbvio. Consequentemente, a maioria das pessoas entendem a frase abaixo, mesmo a palavra  amor possuindo cinco significados sutilmente diferentes. “Eu amo Deus, minha esposa, minha filha, o Flamengo e Big Mac”. Outro exemplo: o substantivochave possui diversos significados bem definidos; um deles se refere a um objeto físico (a chave na porta) e o outro é um uso metafórico comum (a chavepara a vitória).

Portanto, um bom estudo das palavras avaliará muitos contextos para determinar a gama de significados e/ou significados sobrepostos disponíveis para o escritor/orador durante um período de tempo específico. Essa é a função do dicionário. Um bom intérprete então toma a gama disponível de significados para uma palavra e aplica isso ao contexto para conseguir o significado específico apropriado da palavra naquele contexto.

A falácia etimológica

Na linguística moderna, etimologia é o estudo da história da palavra com ênfase em sua origem. Esse estudo da história de uma palavra frequentemente remete a múltiplos idiomas. Isso é contrastado com o(s) “significado(s)” de uma palavra, que é (são) baseado(s) no uso corrente. Uma falácia etimológica é assumir que a origem de uma palavra é o seu real significado. Não, o verdadeiro significado de uma palavra é o seu uso atual. (A falácia etimológica às vezes é chamada de “falácia da raiz”, que diz que a raiz [origem] de uma palavra é o seu verdadeiro significado).

Considere a frase: “Eu vivo em Charlotte, Carolina do Norte, que fica no condado de Mecklenburg”. Virtualmente, todos que leem essa frase corretamente entendem a palavra condado mesmo que não conheçam sua etimologia. Parte da etimologia se refere aos nobres franceses, ou “condes”, e à terra que eles possuíam na Europa feudal. Saber isso é interessante, mas não ajuda um leitor moderno do português a entender melhor a palavra condado. De fato, a maioria dos oradores e leitores de qualquer idioma são capazes de se comunicar razoavelmente bem, muito embora raramente conheçam a etimologia de quaisquer palavras que usam.

No grego, mais do que no português, muitas palavras são uma combinação de duas outras palavras, mas geralmente o estudo etimológico do porquê e de quando essas palavras foram combinadas é completamente desconhecido pelo autor do Novo Testamento. A palavra grega ekklesia, que é geralmente traduzida por “igreja”, é uma combinação das palavras chamar e fora. Contudo, os dicionários gregos acadêmicos não dão a definição de “os chamados para fora” para a palavra ekklesia, porque ela não está sendo usada dessa maneira no Novo Testamento. Embora seja teologicamente verdadeiro que cristãos tenham sido chamados para fora do mundo pecaminoso para ser a igreja, essa verdade não é derivada da palavra ekklesia. Semelhantemente, no inglês moderno a palavra butterfly (borboleta) é claramente composta das palavrasbutter (manteiga) e fly (mosca), mas isso não nos ajuda a entender melhor o inseto.

A falácia etimológica reversa

A falácia etimológica reversa ocorre quando o uso histórico mais recente de uma palavra é considerado primário para determinar o significado inicial da palavra. É claro que isso não faz sentido logicamente, mas às vezes o jeito como um pastor explica uma palavra grega pode encorajar alguns na congregação a cair nessa armadilha.

Por exemplo, um pastor pode explicar que a palavra grega para poder no Novo Testamento é dynamis, e que na década de 1860, Alfred Nobel chamou sua invenção de “dinamite” baseado na palavra grega dynamis. Isso é verdade e é interessante. Contudo, isso não dá ao intérprete do Novo Testamento maior compreensão do significado de dynamis na Escritura. De fato, alguém pode assumir de maneira errada que o “poder do Espírito Santo” (Rm 15.13) deve ser um poder explosivo como a dinamite, em vez de um poder constante como a energia elétrica.

Utilidade ocasional das etimologias

As etimologias são ocasionalmente úteis. Às vezes, a combinação de duas palavras gregas se relaciona diretamente ao significado atual. A palavra gregaekball?, que é frequentemente traduzida por “expulsar” (por exemplo, Mt 9.33), é uma combinação de lançar e fora. Um exemplo paralelo no inglês pode sergrasslands (pastagens), cujo significado é óbvio por causa das duas palavrasgrass (grama) e lands (terras; terrenos). Por favor, observe que embora a etimologia e o significado usado atualmente se encaixem, e a etimologia seja útil, os significados de ekball? (“expulsar”) e grasslands, em última análise, não são baseados na etimologia, mas no uso corrente.

Etimologias também são úteis para as poucas situações, especialmente no Antigo Testamento, em que não há ocorrências suficientes de uma palavra para se ter certeza do seu significado. Os estudiosos procuram por palavras cognatas em outros idiomas (como o ugarítico, o acádio e o aramaico) durante vários períodos históricos para obterem suposições quanto ao significado de uma palavra hebraica. Isso frequentemente acontece com plantas ou animais desconhecidos. Por exemplo, a palavra hebraica tahash em Êxodo 25.5 é traduzida como “texugos” (ACF), “golfinhos” (AA) e “animais marinhos” (A21). Os argumentos técnicos aqui se relacionam à: (1) etimologia de cognatos semelhantes em árabe e idioma acádio e (2) tradução grega antiga, a Septuaginta, que interpreta tahash como a cor azul.

Falácia da transferência de totalidade

Uma falácia etimológica comum é assumir que a amplitude do campo semântico de uma palavra está sendo usada em cada caso específico daquela palavra. Ou seja, a totalidade do campo semântico é transferida ilegitimamente. Ou, simplificando em termos leigos, o mesmo autor nem sempre usa a mesma palavra da mesma forma. De certa maneira isso é óbvio, mas é bom lembrar.

Paulo usa muitas vezes a palavra carne (do grego sarx) de uma maneira negativa, dominada pelo pecado (por exemplo, Gl 5.17, Fp 3.4). Mas outras vezes, ele usa carne com um significado neutro, como em “carne e sangue” (Gl 1.16, 1Co 15.50) ou simplesmente para se referir ao corpo físico (2Co 7.5). O erro é assumir que toda vez que Paulo usa carne (sarx), ele está usando uma expressão negativa.

Os autores do Novo Testamento possuem um entendimento maravilhosamente desenvolvido da fé cristã que inclui a total confiança do cristão na pessoa e na obra de Cristo. Todavia, às vezes os apóstolos usam a palavra fé de uma maneira mais truncada para enfatizar o conjunto de doutrinas a respeito do cristianismo, como, por exemplo, em “um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Ef 4.5) e “exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 1.3). Esse significado de  é muito semelhante à nossa expressão moderna “a fé cristã”. É claro, a fé cristã é mais do que um conjunto de doutrinas, mas conhecer algumas doutrinas básicas a respeito da Trindade, de Cristo, da salvação, do pecado e assim por diante é um aspecto obrigatório da fé cristã. A falácia da transferência de totalidade é assumir que tudo o que a Bíblia fala sobre a fé cristã está sendo igualmente enfatizado toda vez que a palavra fé está sendo usada.

Conclusão

Com a iluminação do Espírito, a maioria dos cristãos lê e interpreta a Bíblia razoavelmente bem. Porém, cristãos podem cometer falácias etimológicas e outros erros. Se for da vontade do Senhor, todos nós nos esforçaremos para reduzir essa tendência.

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Sobre o autor: Dr. Robert J. Cara é diretor acadêmico e professor de Novo Testamento no Reformed Theological Seminary. Robert também é pastor na Associate Reformed Presbyterian Church.

Fonte: Ligonier Ministries
Tradução: Alan Cristie
Revisão: Renata Cavalcanti

terça-feira, 5 de agosto de 2014

A questão Palestina

Questão Palestina: comentando as BURRICES de Pirulla sobre Israel...

O CASO TIGRE.

FAZENDO UMA ANALOGIA ; CONJECTURA DO CASO 2.
Talvez sentindo que não pode mais legalmente dar umas palmadas, cintadas ou varadas de correção, o pai fez o que DIZ o ECA : liberdade, e total liberdade!
O problema é: ninguém explicou para o tigre que as crianças são seres que podem fazer o que quiserem, com quem quiserem, a hora que quiserem!
O tigre então é o culpado. Se não for o tigre, é a sociedade, é o trauma que o menino teve, é a experiência má FALTA DE LIMITES DOS pais. Todos são e é culpados como dono do zoológico, é o guarda, é o faxineiro — é tudo, menos o irresponsável que, conscientemente ou não, seguiu a Lei da Xuxa, a Lei do ECA, a Lei da LIBERDADE "Libertinagem", que deixa a criança à vontade como dona de seu próprio nariz, provocando os gatos pequenos, até encontrar um felino grande, que não compreende nada das libertinagens legais do reino do ECA.
No reino do ECA, a criança (qualquer menor de dezoito anos) nunca é culpada de nada, nem de provocar tigres, nem de violar limites, nem de matar, nem de estuprar.
Do álbum: Fotos da linha do tempo
De André Linhares
Sim, eu também fiquei indignado com o caso do menino que perdeu o braço no Zoológico, quem não ficou? Mas o que mais me indignou foi um PAI não ver o perigo que o seu filho corria. O animal da história era o pai ou o tigre? O pior de tudo é ver que muitas pessoas pedem para que sacrifiquem o tigre. Que culpa ele tem? O menino estava trepando nas grades, puxando o rabo dele, estava em uma zona proibida e querem me dizer que o errado é o Tigre?

Eu sempre defendo aquilo em que eu acredito que seja justo. E eu não vejo justiça deixando o tigre preso, isolado de todos por tempo indeterminado. Ou pior, sem saber se vão ou não sacrifica-lo.

NÃO permita que o tigre HU do ZOOLÓGICO de Cascavel seja SACRIFICADO, colabore pra que essa injustiça não aconteça, assine essa petição online!

https://secure.avaaz.org/po/petition/IBAMA_NAO_permita_que_o_tigre_HU_do_ZOOLOGICO_de_Cascavel_seja_SACRIFICADO/?dqiiwdb

Espero que alguns de vocês tenham o mesmo pensamento que o meu, não achar justo que o tigre pague por um erro do menino e do pai. Obrigado pela atenção!